
O Destino
A cada lágrima que adormece em minhas lembranças,
Sepulcrarei este amor que carrego como uma cruz,
Nesta morte envenenarei minha saudade,
Bloquearei a entrada na sua ausência.
Sentirei o sangue correr entre meus dedos.
Espalharei as cinzas do meu amor,
Aos quatro ventos que sopram,
Diante dessas horas que me sufocam.
Igual a um covarde,
Deixarei os fantasmas dê meus pensamentos,
Perseguirem-me.
Viverei na escuridão,
Sem veres mais rostos a me ajudar.
Amordaçado por um destino inútil.
Esquecer-te.
Queime-me no fogo,
Mate esse amor...
Só querias viver ao seu lado.
Jogue-me no calabouço,
acerte-me,
essa flecha em meu peito.
0 comentários:
Postar um comentário